ProfMat2018

XXXIV ProfMat - Sessões práticas

 

Sessões propostas e dinamizadas por participantes no encontro, sobre temas, abordagens e materiais didáticos, em que é prevista a realização de trabalho prático reservando-se os últimos minutos para discussão

 

4.ª Feira, 4 de abril   5.ª Feira, 5 de abril
16:30 - 19:00   09:00 - 11:30
SP01, SP03, SP04, SP06, SP07, SP08, SP16, SP20, SP24, SP25   SP02, SP05, SP10, SP11, SP12, SP13, SP14, SP15, SP17, SP18, SP21, SP22, SP23

 

   
SP01 Susana Colaço - Fundação Portugal Telecom
  Tema: Plataforma educativa Khan Academy  - aprender matemática de forma diferente e ao ritmo de cada um. 
 
      Ensino Básico
resumo: 
A Khan Academy em português europeu é uma plataforma educativa online gratuita e acessível a todos, que permite que os alunos, através da resolução de exercícios e visualização de vídeos, aprendam matemática de uma forma diferente, divertida e ao seu ritmo. Lançada em fevereiro de 2017 pela Fundação Portugal Telecom, a plataforma Khan Academy está disponível em https://pt-pt.khanacademy.org/. Conta já com 22.000 utilizadores e 3,9 milhões de minutos de utilização. Contém atualmente 21.000 exercícios interativos e mais de 1.250 vídeos de matemática, sobretudo do ensino básico. A plataforma é de fácil navegação e pode também ser utilizada por professores e encarregados de educação, disponibilizando relatórios de progresso e permitindo a monitorização das aprendizagens. Nesta sessão prática, os formandos irão receber a explicação teórica e praticar no computador os seguintes campos da plataforma Khan Academy em português:
    1. Introdução:
    • O que é a Khan Academy
    • Khan Academy em Portugal
    • Plataforma KA – introdução
    1. Perfil de Aluno:
    • Registar-se como aluno
    • Ferramentas da plataforma
    • Exercícios
    1. Perfil de Professor:
    • Registar-se como Professor/Tutor
    • Ferramentas da plataforma
    • Exercícios
    1. Como utilizar os recursos da Khan Academy:
    • Sugestões de Metodologias de utilização

 

   
SP02 Neusa Branco - Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém, UIIPS e UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa
  Susana Colaço - Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Santarém, UIIPS
  Tema: Integração curricular das TIC na aprendizagem da Matemática nos primeiros anos. 
 
      1.º Ciclo
resumo: 
As TIC estão presentes de modo bastante significativo na escola e na sala de aula, tendo um papel importante a desempenhar na aprendizagem dos alunos. Nesta sessão prática pretende-se dar a conhecer algumas ferramentas digitais que visam o envolvimento dos alunos em situações práticas de exploração e discussão de ideias matemáticas que visam a sua compreensão por parte dos alunos. Para tal, é proposta a utilização de computadores, tablets, smartphones e robots na realização de tarefas matemáticas. Os participantes são desafiados a realizar essas tarefas e a criar novas situações de aprendizagem, refletindo sobre o modo como são propostas e a dinâmica que têm subjacente. A sessão prática envolve momentos de trabalho em pequenos grupos e momentos de discussão coletiva, sustentados pela utilização de plataformas digitais e software específico como o GeoGebra.

 

   
SP03 Sónia Barbosa - Agrupamento de Escolas de Santo António - Barreiro
  Cristina Marques - Agrupamento de Escolas Pioneiros da Aviação Portuguesa – Amadora
  Tema: O MILAGE: um contributo para a aprendizagem autónoma do aluno 
 
      Básico e Secundárioo
resumo: 
O projeto MILAGE* tem como principal objetivo promover a utilização das tecnologias digitais na aprendizagem da matemática, identificando-se contributos das propostas metodológicas do MILAGE na aprendizagem e nos resultados escolares dos alunos. Nesta sessão prática os participantes poderão explorar também a app MILAGE APRENDER+. Com este aplicativo, os alunos resolvem tarefas matemáticas com diferentes níveis de dificuldade, podendo ser ajudados através da apresentação de vídeos tutoriais. Assim, quando os alunos têm dificuldade na resolução de um problema podem assistir a um vídeo com a sua resolução. Desta forma, considerando que os alunos respondem positivamente às tecnologias e que podem ser motivados por estas, pretendeu-se proporcionar oportunidades de aprendizagem, tendo subjacente o seu próprio perfil de aprendizagem, numa vertente complementar à utilizada pelos professores em contexto de aula. A plataforma pode acomodar alunos com diferentes níveis de conhecimentos matemáticos, fomentando um ambiente de aprendizagem autónomo e motivador.

(*)Projeto MILAGE - Interactive Mathematics by implementing a Blended-Learning model with Augmented Reality and Game books

 

   
SP04 Manuel Vara Pires - Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança
  Cristina Martins - Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança
  Tema: Arte & Matemática: explorando conexões na sala de aula  
 
      Ensino Básico
resumo: 
Situações relacionadas com expressões artísticas podem proporcionar contextos de trabalho em sala de aula muito desafiantes e significativos de exploração de temas e procedimentos matemáticos, contribuindo para a consolidação e melhoria das aprendizagens dos alunos. Ao olharmos, por exemplo, o bordado de um lenço de namorados ou um quadro de Mondrian, para além da natural fruição do produto artístico, depressa começamos a interrogar-nos e a imaginar relações: o lenço terá simetria? a flor azul resultará de uma rotação da flor amarela? a quadra apresenta regularidades? aquele retângulo vermelho será um retângulo de ouro? o quadrado branco e o quadrado preto serão semelhantes?... Isto acontece porque a Arte e Matemática, sendo dois campos de natureza diferente, têm muitas possibilidades de ligação, convergindo para uma ideia de conexão muito forte. Assim, nesta sessão prática, pretendemos explorar situações que permitam estabelecer conexões entre os dois campos, resolvendo e discutindo tarefas que possam ser desenvolvidas na sala de aula.

 

   
SP05 Raul Manuel de Sousa Alves - Agrupamento de Escolas de Santa Bárbara - Fânzeres/Gondomar
  Tema: A Matemática e a Educação Financeira no JI e 1º CEB: A Caixa de Crédito no processo de Flexibilização Curricular e Educação para a Cidadania. 
 
      JI e 1º CEB
resumo: 
De forma prática, através do projeto «caixa de crédito», entrecruzamos a matemática e a educação financeira, interligando estas áreas, no âmbito de uma «pedagogia matemática crítica» (Skovsmose) e de «complexidade do todo» (Edgar Mourin). Situamo-nos no contexto do grupo turma e sala de aula, num processo de flexibilização curricular e educação para a cidadania. Assumimos a «complexidade» dos conceitos envolvidos, colocando em diálogo recursos didáticos diversos que permitem, à criança, em interdisciplinaridade, civilizar o conhecimento, construir e compreender as noções que constam das orientações, metas, programas e referenciais, apercebendo-se da importância da matemática nas relações sociais.

 

   
SP06 Ana Rosa Furtado - Direção Regional da Educação dos Açores – Programa de Formação e Acompanhamento Pedagógico de Docentes da Educação Básica
  Raquel Faria - Direção Regional da Educação dos Açores – Programa de Formação e Acompanhamento Pedagógico de Docentes da Educação Básica
  Tema: Resolução de problemas com o modelo de barras  
 
      1.º Ciclo
resumo: 
Uma das áreas de competências considerada no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória é o “Raciocínio e resolução de problemas”. A disciplina de Matemática contribui, decididamente, para desenvolver os “processos de encontrar respostas para uma nova situação”. Propomo-nos partilhar uma estratégia visual para a resolução de problemas – modelo de barras. É a estratégia de eleição para resolver word problems em Singapura, país que tem ocupado os primeiros lugares na prova Trends in International Mathematics and Science Study (TIMSS). Tem sido utilizada tanto com professores (em contexto formativo) como com alunos (em sala de aula) no âmbito do Programa de Formação e Acompanhamento Pedagógico de Docentes da Educação Básica (PFAPDEB). A utilização dessa estratégia consiste, essencialmente, na construção de um esquema com barras onde se registam os dados do problema e se identifica o que se pretende saber. As formações frequentadas e dinamizadas e as horas de trabalho direto com professores e alunos do 1.º ciclo contribuíram para o aperfeiçoamento de uma sequência de aprendizagem e de material manipulativo que permitem uma primeira abordagem ao modelo de barras. Esta estratégia visual tem-se revelado um contributo relevante para o desenvolvimento da competência de resolução de problemas, quando utilizada de forma sistemática.

 

   
SP07 Ana Santiago - Instituto Politécnico de Coimbra, ESEC, UIED
  António Domingos - Universidade Nova de Lisboa, FCT, UIED
  Paula Teixeira - Agrupamento de Escolas João de Barros, UIED
  Tema: Educação Financeira e a aula de Matemática 
 
      Básico e Secundário
resumo: 
A Educação Financeira é um tema que tem vindo a ganhar destaque tanto a nível nacional como a nível internacional, sendo hoje um tema incontornável no meio escolar. Em 2013 foi elaborado pelo Ministério da Educação e Ciência e pelo Plano Nacional de Formação Financeira, o Referencial de Educação Financeira (REF), documento orientador para a implementação do tema em contexto educativo e formativo.
Uma das grandes finalidades para o Ensino da Matemática, segundo o programa de Matemática em vigor é aInterpretação da sociedade. Por outro lado, o REF considera a Educação Financeira uma temática transversal e transdisciplinar da Educação para a Cidadania.
Consideramos ser de grande pertinência a abordagem de parte desses tópicos na disciplina de Matemática, nos vários níveis de ensino. Por esse motivo, neste workshop será feita uma abordagem ao tema e ao Referencial de Educação Financeira, posteriormente serão apresentadas e trabalhadas tarefas que potenciam a interligação dos conteúdos do REF e da matemática.

 

   
SP08 Ana Rita Gorgulho - CIDTFF, Universidade de Aveiro / FCT Escola Superior de Educação de Santarém, Instituto Politécnico de Santarém
  Madalena Teixeira - Escola Superior de Educação de Santarém, Instituto Politécnico de Santarém CEAUL, Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa
  Maria Clara Martins - UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa
  Raquel Santos - Escola Superior de Educação de Santarém, Instituto Politécnico de Santarém UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa
  Tema: Matemática e Português: Transversalidades. Proposta de tarefas para o 1.º ciclo utilizando literatura infantil  
 
      1.º Ciclo
resumo: 
A articulação entre diversas áreas no 1.º ciclo tem assumido uma ênfase crescente nas práticas letivas dos professores. Em particular, a investigação corrobora a ideia de que, apesar das especificidades da Matemática e do Português, há características e aspetos transversais a ambas as áreas que, quando interligadas, confluem para o sucesso das aprendizagens dos alunos. Nesta sessão prática, procuramos, assim, explorar propostas de tarefas para a sala de aula, em ambas as áreas do conhecimento, recorrendo à literatura infantil, e promover momentos de troca de experiências e reflexões sobre o trabalho desenvolvido. O nosso intuito é incentivar a inovação nas práticas pedagógicas dos docentes do 1.º ciclo do Ensino Básico, propiciar o respetivo desenvolvimento profissional e contribuir para a consequente construção de uma atitude reflexiva sobre a prática letiva. Esta sessão tem como finalidade última uma melhoria das aprendizagens dos alunos nas áreas da Matemática e do Português, assim como o desenvolvimento de uma atitude positiva em relação às possibilidades de articulação entre estas duas áreas do saber.

 

   
SP10 Katyane Anastácia Samoglia Costa Capichoni Massante - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  Amarildo Melchiades da Silva - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  Tema: Discutindo as armadilhas existentes na mídia: uma proposta de tarefas para a sala de aula de Matemática. 
 
      Geral
resumo: 
Esta sessão prática discute as armadilhas presentes na mídia brasileira que estimulam o consumismo da população. A dinâmica de desenvolvimento do tema será o de apresentar, propor a resolução e discutir tarefas elaboradas para o uso na sala de aula de matemática para estudantes do Ensino Secundário das escolas brasileiras. As tarefas foram elaboradas a partir do Modelo dos Campos Semânticos (Lins, 1999, Lins & Gimenez,1997; Silva,2003) e com propostas de temas de Educação Financeira para escola presentes em (Silva & Powell, 2013). A finalidade dessas tarefas é levar a reflexão dos potenciais riscos das ‘armadilhas do marketing’ (Solomon, 2016) na Sociedade de Consumidores (Bauman, 2010) para que possam desenvolver uma compreensão dessas estratégias e ter uma leitura crítica do que recebem de informações diariamente.

 

   
SP11 Cristina Marques - Escola Secundária da Amadora
  Tema: Grupos GeoGebra e Tarefas GeoGebra  
 
      3º Ciclo e Secundário
resumo: 
Os Grupos GeoGebra, enquanto ambientes digitais de aprendizagem, são uma ferramenta com muitas potencialidades no trabalho com os alunos, dentro e fora da sala de aula. Com esta sessão prática pretende-se dar a conhecer aos participantes o funcionamento destes grupos. Nomeadamente, será explicado como criar um Grupo GeoGebra, como comunicar dentro do grupo, como partilhar materiais, como definir e gerir tarefas, monitorizar o trabalho dos alunos e dar feedback das tarefas realizadas. Com os materiais GeoGebra disponíveis online, é possível criar atividades de aprendizagem para os alunos explorarem e resolverem dentro do ambiente do grupo. Esta temática também será abordada durante a sessão prática. Para a sessão, é importante que os participantes tenham uma conta geogebra ativa: https://www.geogebra.org/home.

 

   
SP12 Paulo Torcato - Escola Secundária da Portela
  Tema: Aprender matemática robotizando  
 
       
resumo: 
Atividades de matemática com recurso a programação e robótica. - Trabalho prático sobre proporcionalidade direta com recurso à programação numa linguagem visual, o mBlock, e a robôs mBOT.

 

   
SP13 Ana Caseiro - Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal
  Ricardo Machado - Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal
  Tema: Uma viagem estatística: que (in)formação pretendo?  
 
      1.º Ciclo e 2.º Ciclo
resumo: 
Desenvolver a literacia o pensamento e o raciocínio matemático assumem-se como elementos importantes, quando se pretendem construir aprendizagens significativas nas crianças e alunos, especialmente desde os primeiros anos. Trabalhar com conhecimentos estatísticos com significado para as crianças e alunos permite a mobilização desses mesmos conhecimentos em situações futuras do quotidiano. Desta forma, é essencial que as práticas em aula, bem como as tarefas matemáticas propostas, permitam que as crianças e alunos explorem os conceitos matemáticos envolvidos, comuniquem as suas formas de pensar e construam, de uma forma gradual, os conhecimentos, estabelecendo conexões entre os mesmos e a vida quotidiana. Assim, a formação inicial e contínua de professores também deve ter em consideração esses elementos. Nesta sessão prática pretendemos desafiar os participantes numa viagem pela aprendizagem da estatística, com recurso a um conjunto de tarefas matemáticas e exemplos de sala de aula, na qual se torna possível construir conhecimentos estatísticos com significado para as crianças e alunos, contrariando a argumentação de que a aprendizagem da estatística se centra apenas numa aprendizagem de procedimentos técnicos e algorítmicos, pressupondo, apenas, a mecanização e não a atribuição de significados.

 

   
SP14 Vitor Duarte Teodoro - Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL
  Tema: Geogebra vs. Modellus: exemplos e complementaridades. 
 
      Secundário
resumo: 
Os participantes devem trazer o respectivo computador pessoal. Serão analisadas situações práticas utilizando: Funções lineares e funções quadráticas em contextos de movimentos rectilíneos e não rectilíneos. Funções trigonométricas e oscilações.

 

   
SP15 Matilde Buisel - CDI Portugal / Apps for Good
  Paula Fernandes - CDI Portugal / Apps for Good
  Priscila Andrade - CDI Portugal / Apps for Good
  Tema: Apps for Good – Apps que mudam o Mundo  
 
      Básico e Secundário
resumo: 

O Apps for Good consiste num programa educativo tecnológico que começou no Reino Unido em 2010 e que desafia alunos e professores a desenvolverem aplicações para smartphones ou tablets, mostrando-lhes o potencial da tecnologia na transformação do mundo e das comunidades onde se inserem.

A operacionalização do projeto decorre ao longo do ano letivo, onde professores (de todas as áreas disciplinares) e alunos têm acesso a conteúdos online que tem por base uma metodologia de projeto de 5 passos. Para apoiar no desenvolvimento do projeto, os participantes têm acesso a uma rede de especialistas que se ligam online à sala de aula, para prestar todo o apoio de esclarecimento de dúvidas. O modelo de implementação poderá ser em regime curricular ou extracurricular. No final do projeto, as escolas podem optar por participar na competição que está dividida em duas fases: Encontros Regionais – semifinais em que todos os alunos são convidados a ir a Marketplace e a fazer o seu pitch – e Evento Final – onde são premiadas as melhores soluções.
Relativamente ao acompanhamento e suporte aos participantes, garantimos formação creditada aos professores, visitas às escolas e apoio à distância.

Resumo Workshop:
Prossupõe-se que durante 2 horas os participantes compreendam a abordagem pedagógica que está na base do programa Apps for Good, com a simulação dos 5 passos da metodologia de trabalho de projeto. Desta forma, serão desafiados a realizar exercícios que levarão os participantes a uma breve experiência do ciclo de desenvolvimento do produto, que está na base da metodologia Apps for Good: criação dos grupos de trabalho, brainstorming de ideias, estudo de mercado, desenvolvimento de um protótipo (em papel), pitch da ideia.

.

 

   
SP16 Pedro Cruz Almeida - Escola Superior de Educação de Lisboa
  Tema: E se re / formulasses o problema?  
 
      1.º Ciclo
resumo: 
Já muito se disse sobre Resolução de Problemas. Possivelmente, pouco ou nada sobrou para estudar. Já todos sabemos, pelo menos, mais do que suficiente sobre o tema. Contudo, ainda há alunos que ficam aquém das nossas espectativas. Ainda nos confrontamos com as mesmas evidências: os bons alunos a resolver problemas continuam a ser bons ou ainda melhores, os que têm dificuldades assim continuam. Há remédio? Possivelmente não. Aqui está um problema da (educação) matemática que ainda não conseguimos resolver. Vale apena tentar uma nova abordagem? E se re / formulássemos o problema? Nesta sessão prática analisaremos tarefas de formulação de problemas na procura de um modo de as colocarmos ao serviço do desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas. E sobre isto ainda pouco se tentou. É preciso ultrapassar a barreira do mero encanto pelos problemas giros que os alunos inventam. É preciso ir além do carater lúdico ou da ocupação do tempo que sobra aos alunos mais desembaraçados. Conseguiremos? O trabalho a desenvolver na sessão passará pela apresentação da tipologia de tarefas de formulação de problemas atualmente encontrada na literatura científica, pela experiência de resolução de tais tarefas, tomando consciência das capacidades que desenvolvem, e pela discussão da sua utilidade no ensino.

 

   
SP17 Cristina Negra - Agrupamento de Escolas D. Maria II/ES Gama Barros, Cacém
  Emanuel Martinho - Agrupamento de Escolas D. Maria II/ES Gama Barros, Cacém
  Helder Martins - Agrupamento de Escolas de Santa Maria dos Olivais/ES António Damásio, Lisboa
  Tema: Calculadoras Gráficas no Programa de Matemática A 
 
      Secundário
resumo: 
Com esta sessão prática pretende-se concretizar os seguintes objetivos: i) Aprofundar conhecimentos sobre o programa de Matemática A do Ensino Secundário relativamente aos seguintes domínios: estatística e funções; ii) Debater, no plano teórico, aspetos relacionados com a Didática da Matemática; iii) Fomentar a troca de experiências, de conhecimentos e de ideias. Serão propostas e resolvidas, em pequenos grupos, tarefas sobre os diversos domínios, recorrendo aos modelos de calculadora gráfica presentes no mercado nacional, nomeadamente TI 84, TI-nspire e Casio fx-CG20, sendo contextualizada a sua utilização no programa de Matemática A..

 

   
SP18 Paulo Ribeiro - Agrupamento de Escolas D. Sancho I - Vila Nova de Famalicão
  Raquel Azevedo - Agrupamento de Escolas de Ribeirão - Vila Nova de Famalicão
  Tema: portalmath: Construção de recursos para o 3º ciclo
 
      3º Ciclo
resumo: 
Procura-se uma reflexão sobre a construção de itens que permitam uma avaliação das aprendizagens matemáticas e uma diferenciação pedagógica. Construção de fichas de trabalho globalizantes e por nível. Divulgação e partilha de recursos em plataformas digitais.

 

   
SP20 Fátima Regina Jorge - Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) & Centro de Investigação Didática e Tecnologia Educativa na Formação de Formadores (CIDTFF), Universidade de Aveiro
  Fátima Paixão - Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) & Centro de Investigação Didática e Tecnologia Educativa na Formação de Formadores (CIDTFF), Universidade de Aveiro
  Tema: Integração de áreas curriculares através de atividades práticas envolvendo geometria, cores e arte.  
 
      Geral
resumo: 
Toma-se como ponto de partida que o património artístico local se pode constituir como um valioso recurso didático promotor de integração curricular. É também fortemente reconhecido que o trabalho prático, de cariz investigativo, é uma metodologia ativa com elevada potencialidade para gerar aprendizagens, simultaneamente, cognitivas, procedimentais e afetivas. Na sequência de uma visita ao Museu Cargaleiro e da constatação da predominância da cor, da luz e da geometrização nas telas, emergiu a ideia de desenvolver uma atividade integrando matemática, ciências e arte. Os objetivos da atividade assentam na compreensão de fenómenos associados à interação da luz com a matéria, evidenciando as cores, e a compreensão da noção de pavimentação do plano com figuras poligonais. A atividade direciona-se para o desenvolvimento de capacidades científicas básicas, como sejam, o questionamento, a previsão, a observação, o planeamento, a experimentação, a organização e registo de dados, a argumentação e a elaboração de conclusões. A obra escolhida como inspiradora da proposta de trabalho prático tem o título de Carreaux Diamants, de 1986. Partindo da análise do quadro, a sessão prática desenvolve-se em torno de duas questões-problema. O produto final é uma composição plástica que proporciona a obtenção de resultados que permitem responder às questões-problema.

 

   
SP21 Jaime Carvalho e Silva - Casio+, Universidade de CoimbraL
  Tema: Calculadoras, cálculo mental e cálculos recreativos 
 
      Básico
resumo: 
Serão desenvolvidas atividades com claculadora científica (CASIO CLASS WIZZ) que relacionam atividades de cálculo mental com cálculos feitos na calculadora. Será usada a atividade "Calculadora estragada" e várias atividades retiradas do livro "Aritmética Recreativa" de Yakov Perelman.

 

   
SP22 Isabel Leite - Casio+, Escola Secundária de Vila Verde
  Tema: Gráficos 3D com a calculadora gráfica 
 
      Secundário
resumo: 
A calculadora gráfica permite a representação de gráficos em 3D. Nesta sessão pretendemos reconhecer matematicamente combinações de gráficos 3D e relacionamentos interativos entre 2 ou 3 gráficos, investigar a relação entre expressões e gráficos3D, visualizar as interações mais importantes entre linhas, planos e esferas, facilitar a resolução de problemas com retas, linhas, planos, esferas e cilindros. Serão fornecidas calculadoras gráficas durante a sessão prática.

 

   
SP23 Célia Mestre - Agrupamento de Escolas Romeu Correia, Almada
  Tema: Promover o desenvolvimento do Pensamento Algébrico no 1.º Ciclo 
 
      1.º Ciclo
resumo: 
Esta sessão prática centra-se em diferentes tópicos do tema “Números e Operações” com o objetivo de explorar o caráter potencialmente algébrico da aritmética, numa perspetiva de desenvolvimento do sentido de número e do pensamento algébrico. Desta forma, serão analisadas e discutidas as potencialidades de diferentes tarefas matemáticas, envolvendo relações e regularidades numéricas, as propriedades das operações e a relação de igualdade, e tendo como propósito a expressão e representação da generalização matemática. .

 

   
SP24 João Maria de Oliveira -
  Tema: Construindo saberes a caminho dos lagaritmos, da potenciação e da radiciação 
 
      Ensino Básico
resumo: 
Proponho-me apresentar um caminho que julgo inovador, indutivo e intuitivo para transmitir as noções de contagem por bases, potências, raízes e logaritmos resultantes dum trabalho de vida de professor, hoje aposentado.
1º Priorizar a contagem por bases; 2º construir estruturas para contagem por bases; 3º Perceber nºs simétricos; 4º Perceber nºs inversos; 5º Entender o significado de potência; 6º Entender o significado de raiz; 7º Identificar logaritmos; 8º Interpretar o significado de potências: a) Base nº inteiro ou fracionário; b) Expoente inteiro, fracionário, positivos ou negativos; c) Base fracionária com expoente fracionário negativo; 9º Interpretar o significado de logaritmo; 10º Privilegiar os significados aos resultados

 

   
SP25 Adelina Precatado - (Grupo de Trabalho T3)
  José Paulo Viana - (Grupo de Trabalho T3)
  Tema: Investigações matemáticas com tecnologia 
 
      Geral
resumo: 

A calculadora gráfica pode e deve ser um instrumento matemático essencial na sala de aula. Ela permite consolidar conceitos, fazer investigações mais significativas e desenvolver nos alunos o espírito de descoberta e a capacidade de crítica.
Nesta sessão iremos fazer algumas atividades que possam posteriormente ser adaptadas e usadas posteriormente pelos participantes.
Estarão disponíveis algumas unidades Ti-Nspire para quem não possa trazer a sua máquina.